A biblioteca “Prof. Joel de Melo Miranda”
foi inaugurada no dia 25/08/1968 por ocasião das festividades
da XL Semana Ialense e do 40º Aniversário do IAL.
Prof. Joel ministrou aulas de Português,
Francês, História Antiga, História do
Brasil e História Geral. A homenagem prestada pelo
então Diretor Geral Prof. Moacyr Rodrigues foi um reconhecimento
pelos 11 anos de magistério no IAL.
Leia o texto que foi publicado no jornal interno
“O IAL em Revista” de agosto de 1968. Será
que precisamos resgatar algo em relação a nossa
biblioteca?
A biblioteca do IAL como centro de
estudos
As portas da biblioteca se abrem mais para
admitir visitantes do que propriamente para atender as necessidades
de estudo e pesquisas. Dentro desta filosofia, uma biblioteca
é um cantinho a mais adicionado à construção
total e que nunca chega a participação plenamente
das vidas total da instituição.
A Segunda filosofia interpreta a biblioteca
como sendo o centro dinâmico de irradiação,
da qual é iniciada uma série de atividades criadoras
como partes integrantes da vida total da instituição.
As portas são abertas não para mostrar aos visitantes
um depósito de livros, e sim para estimular o estudante
na busca de reconhecimentos. É um centro ativo, dinâmico
e criador.
O Instituto Americano de Lins, abraça
a Segunda filosofia. Nossas estantes não são
depósitos de livros. A biblioteca é realmente
um centro de estudos para o estabelecimento. Mesas apropriadas
convidam os alunos a estudarem em grupos. As conversas são
permitidas desde que não venham prejudicar aos outros.
Mensalmente, gráficos demonstram a freqüência
voluntária de cada classe à biblioteca; em média
temos 1100 consultas mensais dentro da biblioteca. Além
dessas consultas, várias aulas de português são
administradas na biblioteca. Para a as primeiras séries
essas aulas poderiam ser aulas de incentivação
para a boa literatura. Poderiam se aulas de pequenas dramatizações,
uma vez que o cantinho da biblioteca é um pequeno palco
com cortinas.
Assim, o verdadeiro acervo da biblioteca não
se mede em termos de volumes ali depositados, mas sim em termos
das atividades educativas que ali se iniciam dentro das mais
variadas disciplinas.